TJ-BA afasta dois funcionários por suspeita de utilização de contrato público para reforma de academia privada em Salvador

Tribunal de Justiça afasta servidores por uso de serviço público em academia privada O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) afastou dois servidores e determ...

TJ-BA afasta dois funcionários por suspeita de utilização de contrato público para reforma de academia privada em Salvador
TJ-BA afasta dois funcionários por suspeita de utilização de contrato público para reforma de academia privada em Salvador (Foto: Reprodução)

Tribunal de Justiça afasta servidores por uso de serviço público em academia privada O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) afastou dois servidores e determinou a abertura de uma sindicância para apurar suspeitas de irregularidades cometidas pelos funcionários. Entre as situações investigadas pelo órgão está o uso de serviços aprovados pelo poder público para obras em uma academia privada em um prédio de Salvador. A sindicância foi publicada no Diário Oficial do TJ, na terça-feira (20). Segundo o texto, os servidores afastados são Pablo Martins de Castro, que é Coordenador de Distribuição (Codis), e Allan Rosa Moreno, que ocupa o cargo de Coordenador de Manutenção Predial (Coman). Os dois foram afastados por 60 dias das funções desempenhadas. A decisão tem o objetivo de assegurar a regularidade do processo, mas não causará prejuízo aos funcionários, que seguirão recebendo os salários. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia Sede do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), em Salvador Alan Oliveira/G1 A dupla é investigada por beneficiamento e acobertamento do uso indevido de contratos de prestação de serviços de mão de obra aprovados pelo TJ-BA. O texto da sindicância aponta as seguintes práticas indevidas: Uso de serviços contratados pelo poder público para reformar uma academia privada, onde o Allan Moreno já atuou como sócio e gerente técnico; assédio contra servidores e funcionários terceirizados, atribuída a Pablo Martins; desvio de indenizações relativas a diárias de viagens de servidores e/ou funcionários terceirizados, ligada a Allan Moreno; Substituição simulada de postos de trabalho, com pagamentos indevidos à empresa contratada. A conduta é atribuída a Pablo Martins. Conforme informações apuradas pela TV Bahia, os funcionários terceirizados — que trabalhavam em obras do judiciário — eram orientados a não bater o ponto eletrônico corretamente quando eram deslocados para a obra na academia privada. A sindicância detalha que Pablo Martins seria o responsável por determinar a realização das condutas indevidas. Já Allan Moreno teria sido avisado, mas não agiu para coibir as ações. Em nota, a defesa de Pablo Martins negou todas as acusações e que as informações divulgadas não correspondem aos fatos. "Todos os esclarecimentos serão apresentados no âmbito do devido processo legal, no qual a defesa confia plenamente, ressalvado o princípio constitucional do contraditório e da ampla defesa, pelo qual ninguém pode ser julgado sem o seu pleno exercício", afirma. LEIA TAMBÉM: Homem é retirado de avião por suspeita de quebrar saída de emergência BA-084 será interditada para serviço de drenagem em Conceição do Jacuípe Norte-americano morto a tiros em Salvador saiu para comprar pão na noite do crime, diz família Veja mais notícias do estado no g1 Bahia. Assista aos vídeos do g1 e TV Bahia 💻

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