Presidente da Câmara de Vereadores de cidade da Bahia é preso por suspeita de fraudes em contratos públicos

Vereador foi preso em flagrante na cidade de Sobradinho, no interior da Bahia TSE O presidente da Câmara de Vereadores de Sobradinho, Edson Cardoso dos Santos,...

Presidente da Câmara de Vereadores de cidade da Bahia é preso por suspeita de fraudes em contratos públicos
Presidente da Câmara de Vereadores de cidade da Bahia é preso por suspeita de fraudes em contratos públicos (Foto: Reprodução)

Vereador foi preso em flagrante na cidade de Sobradinho, no interior da Bahia TSE O presidente da Câmara de Vereadores de Sobradinho, Edson Cardoso dos Santos, e outras seis pessoas, foram presas por suspeita de integrar um sistema de fraude em contratos públicos. As prisões aconteceram durante a Operação Kit Dispensa, deflagrada pela Polícia Civil nesta quarta-feira (25). Edson Cardoso dos Santos, conhecido como "Cachoeira do Bolo", foi preso em flagrante pelo crime de posse ilegal de arma de fogo. Ele também tinha mandado de prisão temporária pelos crimes de organização criminosa, peculato, contratação ilegal e frustração do caráter competitivo de licitação. O mandado de prisão e de busca e apreensão contra o Presidente da Câmara foram cumpridos na casa do vereador e na Casa Legislativa. O g1 procurou a defesa do vereador, que informou que não teve acesso ao inquérito e só irá se manifestar após ter acesso a todos os atos da investigação. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia Veja os vídeos que estão em alta no g1 Fraudes De acordo com a Polícia Civil, os crime foram cometidos entre 2025 e 2026 e as investigações começaram após denúncias anônimas. As investigações apontaram que a estrutura do grupo é organizada, composta por servidores públicos, agentes políticos, empresários e um assessor jurídico. O grupo simulava procedimentos legais e viabilizava a contratação de empresas previamente escolhidas, sem a devida concorrência pública. Em diversos casos, as empresas sequer executavam os serviços contratados. Além de ter sido preso, o presidente da Câmara afastado foi de suas funções pelo prazo de 90 dias, por determinação judicial, com o objetivo de preservar a instrução processual e evitar interferências nas investigações. Os outros suspeitos não tiveram os nomes divulgados, mas vão responder pelos crimes de organização criminosa, peculato, contratação ilegal e frustração do caráter competitivo de licitação. O assessor jurídico da Casa Legislativa também foi afastado das funções por 90 dias. LEIA TAMBÉM: Suplente de vereador é morto com tiro na cabeça dentro de casa em Ipirá Justiça aprova recurso e número de vereadores pode aumentar em cidade da Bahia Veja mais notícias do estado no g1 Bahia. Assista aos vídeos do g1 e TV Bahia 💻

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